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quarta-feira, 27 de junho de 2012


Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e céticos.


Segundo os céticos o ser humano não altera o clima do planeta como um todo, apenas localmente. É o caso das cidades, regiões desmatadas e com solo impermeabilizado, neste caso a chuva escorre e não contribui para amenizar a temperatura que fica pouco acima, do que seria normal para a região, pois recebe a irradiação solar de forma direta e sem a influência da cobertura vegetal que poderia absorvê-la, é refletida para o ambiente aquecendo-o.

 Grande parte do planeta é composta por oceanos, somado ainda às regiões desérticas e geleiras, que não são tão sensíveis à ação humana direta.

 Devemos perceber que não mais estão falando sobre a emissão de gás carbônico, pois o gás carbônico é importante para a vida e não o vilão. O efeito estufa é um fenômeno natural e necessário.

 James Lovelock, criador da hipóetese gaia poderia ser considerado um neo-cético? O fato é que os assim chamados céticos – e nessa palavra já vai uma espécie de insulto – não aceitaram o alarmismo das previsões – todas catastróficas, que vinham sendo divulgadas desde o começo da década de 1990.

 O climatologista Dr. Luiz Milion, diretor do INPE há mais de 20 anos, ao contrário dos alarmistas do aquecimento global, diz que a Terra está entrando num período natural de resfriamento, os oceanos são os responsáveis por regular a temperatura do planeta, e pesquisas internacionais confirmam que eles estão perdendo calor.

 Cientista do IPCC diz que a Terra está entrando num período de resfriamento:


 Nem os céticos, tampouco os catastrofistas conseguiram ainda pontos suficientes de consenso e convergência sobre esse assunto, no entanto, isto não significa que a humanidade não deva se preocupar com a sustentabilidade. Temos sim que procurar sempre outros meios para minimizar o impacto na natureza e tornar as cidades mais agradáveis e auto-sustentáveis.


Rosa da Rocha Simão